visite:                           
início   |   artigos   |   entrevistas   |   imagens
  Níver

Felicitações

 

Aniversariantes de janeiro

 

Julianna, Sônia e Mírian: Jovens e belas aniversariantes de janeiro.

 

 

Ano-novo, vida nova, e já no primeiro mês do ano, tem gente que tratou logo de ir mudando de idade. No dia 19 de janeiro, foi isso que ocorreu com a jovem estudante Julianna Mendonça que recebeu abraços e beijocas de amigos e familiares. Agora no dia 28 a comemoração foi em dose dupla. As servidoras públicas Sônia Lima e Mirian Manrique comemoraram mais um níver, certamente rodeadas por inúmeros amigos e gente da família também. A elas, parabéns, parabéns e parabéns!



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 22h20
[] [envie esta mensagem] []


 
  Artigo

Opinião

O Vendedor Sustentável

por Paulo Araújo

 

 

 

 

Vamos direto ao ponto, pois o assunto é longo e as laudas são curtas: a meta hoje é salvar o planeta.

Mas nada de políticas utópicas dessas que enchem os olhos, mas são quase impossíveis de se praticar, também nem pense em salvar o mundo por meio de passeatas, grandes movimentos que exigem mobilização de pessoas, pois essas estratégias causam muito alvoroço e trazem poucos resultados.

Não dá mais para fazer de conta que o assunto não é com você, que o aquecimento global ou o aumento da miséria não afeta a sua vida ou seus negócios. Afetam e muito.

O cliente quer saber o que sua empresa está fazendo a respeito do tema sustentabilidade. E nada de proclamar frases e mais frases como de um belo poema decorado só para impressionar. O cliente quer resultados! Sustentabilidade ligação direta com competitividade, redução de custos, aumento de rentabilidade e a equipe de vendas da sua empresa já está sendo questionada e cobrada por produtos ecologicamente corretos. A concorrência cada vez mais vai divulgar a plenos pulmões em suas ações de marketing que comprar deles, e não de você, é também um bom negócio para o meio ambiente e para a sociedade.

O planeta está cada vez mais verde e, pelo amor de Deus, entenda que esse novo cliente não quer esmolas ou atos de caridade. Ele quer um planeta com menos desigualdade e mais limpo.

Agora chega de conversa fiada e procure o mais rápido possível começar a implantar em sua empresa um modelo de negócio sustentável. Pesquise e aprenda com empresas que já utilizam e reutilizam os recursos naturais de um modo mais racional, economizam energia e usam métodos alternativos, emitem menos gases tóxicos, tomam cuidados especiais com o lixo e resíduos, tem programas de preservação da fauna e da flora, são parceiros em projetos sociais e investem tempo e dinheiro em pesquisas, desenvolvimento e lançamento de produtos e serviços que não agridem o meio ambiente, são mais econômicos ou de maior valor agregado. Esses foram somente alguns exemplos, pois a lista é grande.

O vendedor moderno é aquele que mantém e aprimora a qualidade do relacionamento com seus clientes. Agora ele tem mais um item em sua agenda - aprender a satisfazer um cliente maior - o planeta Terra.

 

 

Paulo Araújo é escritor e conferencista (http://www.pauloaraujo.com.br).



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 20h58
[] [envie esta mensagem] []


 
  Debate

Educação

Um tema e dois pontos de vista divergentes

 

Abaixo postamos dois novos artigos que tratam da reforma da Educação em Goiás, conduzida pelo atual governo do tucano Marconi Perillo. O primeiro artigo é do deputado federal Thiago Peixoto, secretário de Educação, sob o título “Os avanços na Educação”. Por outro lado, Iêda Leal, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação em Goiás. Penso que o assunto é do interesse de todos e vale a pena a gente ler as opiniões e tentar tirar nossas próprias conclusões sobre o assunto. Boa leitura.



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 19h59
[] [envie esta mensagem] []


 
 

Artigo

É preciso reconhecer

por Iêda Leal

 

O discurso de que está tudo bem no ensino público da rede estadual, conforme artigo assinado pelo secretário estadual de Educação, Thiago Peixoto, e publicado neste jornal na edição de quinta-feira, não reflete a realidade vivida pela comunidade escolar. A insatisfação não é só com o salário, que foi achatado pelo governo nas últimas semanas, mas com a precariedade das escolas – conforme atestado pelo POPULAR nesta semana – e com a falta de uma política pública que tenha o apoio de pessoas sem ligação com o governo ou com o secretário.

A reforma educacional, que o secretário diz estar em curso, até hoje não teve incluída de forma concreta as sugestões apresentadas por sindicatos, educadores e a sociedade civil organizada. Após a turnê feita em todo o Estado, onde o secretário repetiu o discurso promocional do governo, não houve nenhuma mudança significativa no chamado “Pacto pela Educação”.

Apesar de ter recebido inúmeras críticas de especialistas em todo o País, a política de bonificação continua assegurada em Goiás. E para piorar, o programa Reconhecer está sendo expandido ao mesmo tempo em que o salário do professor foi achatado.

Um professor nível PE-III, que antes tinha uma gratificação de titularidade de 30%, perdeu com as mudanças no plano de carreira mais de R$ 10 mil por ano com a redução salarial, e vai ganhar R$ 2 mil caso não falte nem para ir ao velório da mãe ou no casamento do filho. Não pode nem ficar doente. Para não perder os R$ 2 mil também.

Como incentivar um professor a dar aula em uma escola sucateada – cuja reforma nunca sai do papel – se o governo achata seu salário e lhe tira a gratificação por titularidade? O que motivaria a investir na formação continuada? O governo trocou os estudos em instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação e pelo Conselho Estadual de Educação por uma avaliação interna, cujos critérios, ainda permanecem um mistério.

Como incentivar os funcionários administrativos, que são ignorados até mesmo nas promessas feitas pelo secretário e ainda dependem de complementação para receber o equivalente a um salário mínimo. Há casos de profissionais que dedicaram a vida inteira ao ensino público e ganham menos que R$ 622.

Foi um ano inteiro de promessas e anúncios. Lançamentos de projetos, programas e obras que nunca começam. Vimos acontecer apenas o fechamento de laboratórios e bibliotecas, a imposição de mudanças sem nenhum diálogo com a comunidade escolar e a linha-dura com o educador, com casos de afastamento de profissionais que não aguentaram a situação insalubre e resolveram falar.

No artigo, Thiago Peixoto finaliza dizendo que a “escola pública tem o dever de oferecer o melhor aos seus estudantes”. Pois eu digo mais: o secretário e o governador têm o dever de dar respaldo para a escola cumprir o seu papel.

 

 

Iêda Leal é presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego). Artigo publicado no jornal O Popular, de 21/JAN/2012, página 7.



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 19h58
[] [envie esta mensagem] []


 
 

Artigo

Os avanços na Educação

por Thiago Peixoto

 

A reforma educacional em curso na rede pública estadual foi estruturada para, entre outros objetivos, fortalecer as ações pedagógicas das escolas, com foco na sala de aula e na valorização dos professores. Dentro dessa reforma, ou Pacto pela Educação, o programa Reconhecer foi criado para motivar os profissionais que estão na sala de aula e incentivar o retorno daqueles que estavam afastados, chegando a premiar 11 mil professores regentes no ano passado. Em 2012, tutores, coordenadores pedagógicos das escolas, diretores, vice-diretores e secretários-gerais também serão contemplados.

Conseguimos, em um primeiro momento, mais assiduidade dos professores, dedicados a um trabalho desempenhado sem interrupções ou ausências – o que certamente tem refletido em melhor aproveitamento das aulas por parte dos alunos. Agora queremos que eles recebam todo o suporte que precisam da escola para elevar a qualidade do planejamento das suas aulas. Por isso a ampliação do Reconhecer, para estimular a participação dos profissionais responsáveis pela gestão e pela vida pedagógica das escolas na preparação das aulas, no acompanhamento e na avaliação desse trabalho, realinhando-o quando necessário.

A partir deste ano, em que o bônus passa a R$ 1,5 mil para R$ 2 mil e será pago semestralmente, o professor terá de comprovar assiduidade e também apresentar quinzenalmente o planejamento das aulas. Uma forma de aprimorar o seu trabalho e facilitar o acompanhamento por parte da Secretaria da Educação.

O reconhecimento ao mérito é uma estratégia que vem sendo utilizada por países que promoveram reformas nos seus sistemas educacionais, mostrando-se eficaz. No Pacto pela Educação de Goiás, ela está no Reconhecer e também em outros programas, como o Prêmio Escola, que premia as unidades com até R$ 20 mil por etapa do ensino conforme metas estabelecidas de acordo com o Ideb; e o Prêmio Aluno, que a partir deste ano beneficiará estudantes com melhor desempenho por regionais de ensino.

Neste ano letivo de 2012, que se iniciou ontem, vamos tornar realidade muitas outras ações. Uma importante meta é reestruturar o modelo da escola de tempo integral, estendendo-o a outras regiões do Estado. Vamos instituir em Goiás o plano de apoio às escolas em situação de maior vulnerabilidade. Escolas da região do Entorno de Brasília e todas as unidades da rede que não alcançarem as metas estabelecidas no Ideb serão acompanhadas por profissionais qualificados. Nas escolas vulneráveis, os professores serão reconhecidos com bônus até três vezes acima do valor do Reconhecer.

A escola pública tem o dever de oferecer o melhor aos seus estudantes. Todos têm o direito de aprender. E é com esse compromisso que estamos aprofundando a implantação da reforma, mudando práticas antigas e introduzindo novos conceitos.

 

Thiago Peixoto é secretário de Estado da Educação, economista e deputado federal licenciado (PSD). Artigo publicado no jornal O Popular, de 19/JAN/2012, página 7.



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 19h56
[] [envie esta mensagem] []


 
  Boa viagem...



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 22h47
[] [envie esta mensagem] []


 
  Gente

Aniversários

 

Receberam o “parabéns pra você...”

 

Wilmar Brasil, Renato Moura e Fabrício Alves: Aniversariantes de janeiro. 

 

 

Na montagem acima, fotos de algumas personalidades importantes de Trindade e região, que comemoraram aniversário no início deste mês de janeiro. No dia 11, o advogado, contador e rotariano Vilmar Brasil dos Santos, ouviu aquela musiquinha famosa, seguida de abraços e apertos de mãos de amigos e familiares. Já no dia 13, o professor Renato Pereira de Moura, integrante da secretaria estadual de Educação, e Fabrício Alves Tomaz, da prefeitura de Trindade, receberam cumprimentos e da legião de amigos e familiares que cada um dos jovens senhores têm na Capital da Fé. Aos três, sinceros cumprimentos deste blog.



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 13h59
[] [envie esta mensagem] []


 
  Opinião

Família

Lei da palmada em questão

 

 

No post abaixo publiquei o artigo “Mais grave do que palmadas”, da escrito Lya Luft, articulista da revista Veja. A matéria está na página 18 da edição de 4/1/2012, de Veja, em circulação nas bancas de revistas e afins.

Sabe aquele artigo que a gente pensa “como gostaria de ter escrito este trabalho”? Pois ao ler o artigo da Lya Luft pensei justamente assim. Em destaque o projeto de lei que prevê punições aos pais, proibindo a aplicação de castigos corporais em crianças e adolescentes. A iniciativa ficou conhecida por “Lei da Palmada”. A matéria foi aprovada em sessão da comissão criada especialmente para tratar do assunto na Câmara dos Deputados, no dia 14 de dezembro. Agora a proposta segue para votação no Senado Federal.

Não concordo com o teor da “Lei da Palmada”, e o artigo da escritora Lya Luft, ao meu ver, foi muito feliz em tratar do assunto. Não cabe ao estado se intrometer na forma como as famílias criam e educam seus filhos. Agressão, maus tratos, infligir sofrimento em quem quer que seja, torturar, isso aí o ordenamento jurídico brasileiro já define como crime, e ponto final. Não é porque o sujeito é pai ou mãe que pode maltratar os filhos. Não é isso que se discute.

Mas a articulista da revista Veja aborda o tema de forma muito lúcida e precisa. Acho que vale a pena ler o texto e, quem quiser, pode opinar também, é claro. Afinal de contas, família interessa a todo mundo, né não? Boa leitura!  



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 22h13
[] [envie esta mensagem] []


 
  Opinião

Artigo

Mais grave do que palmadas

por Lya Luft

 

Não gosto do politicamente correto: ele muitas vezes tem um ranço de hipocrisia. Não devo dizer que alguém é negro, mas os próprios negros falam em raça negra, cultura negra etc. Não seria muito mais respeitoso usar o termo habitual, assim como dizemos branco, japonês, alemão, turco, polonês? O politicamente correto em muitos casos, como neste, aumenta a discriminação. Será politicamente incorreto, daqui a pouco, dar uma palmada num menino travesso demais? Sou contra qualquer violência, mas me assombra a tal lei da palmada, ainda esperando aprovação no Senado: considero a tal lei uma excrescência a mais na nossa legislação e na nossa cultura. E é perigosa, numa sociedade que vai ficando denuncista e policialesca, cada vez maiores seus olhões de big brother.

         Mil dúvidas me ocorrem. Quem vai avaliar o que é palmada forte, bofetada humilhante no rosto ou aviso carinhoso, leve tapa sobre uma bundinha bem alcochoada de fraldas? Quem vai, sobretudo, denunciar? Penso que haverá filas de acusadores: a vizinha invejosa, a funcionária ofendida, a ex-mulher vingativa, o ex-marido raivoso. Receio que, se aprovada e efetivada, ela não vá ser aplicada, como tantas leis tolas entre nós (e algumas úteis que não deveriam ser ignoradas). Ou, se aplicada, vá desencadear uma onda de confusões, insegurança, injustiças, intromissões indevidas. Aberta a porta para um controle nada democrático, uma ditatorial interferência do estado na vida familiar e nas relações pessoais mais próximas.

         Esse o grande perigo, essa a cara feia de tal novidade. Parece que se criou no país até mesmo um “plano nacional de convivência familiar”, no mínimo, bizarro. Para nos ensinar a ser mais gente, seria preciso, em lugar de intervir em nossas casas e se intrometer em nossa vida, dar condições de sermos menos agressivos por ignorantes ou estressados. Isso significa, em lugar de um olho intrometido e humilhante, mais segurança, saúde, moradia, educação – ah, a educação, esse botão que aperto mil vezes ao dia e tanto comento.

         Será que os políticos não têm coisa mais importante a fazer além de inventar uma lei tão antidemocrática, antipedagógica e anti-qualquer-bom-senso, como, por exemplo, votar leis que têm a ver com o bem-estar do cidadão comum? Desengavetar e fazer funcionar tantos projetos trancados por incompetência ou desinteresse, exercer a verdadeira política, resgatar tanto dinheiro empregado em outras coisas ou desaparecido em frestas de mesas-de-não-trabalho de muita gente por aí?

         Não é uma lei invasiva que vai nos tornar melhores pais, melhores educadores, melhores pessoas. É a cultura, são as condições sociais, econômicas e culturais, é a educação que informa direito, é a construção de nossa identidade pessoal, nossa bagagem de valores, os elementos básicos que os governos nos oferecem para que a gente possa evoluir. Em resumo, é a arquitetura de nós mesmos enquanto povo e indivíduos decentes – incluindo como tratamos, criamos, amamos, educamos quem depende de nós.

         Considero um desperdício de energia política essa lei da palmada, quase impossível de aplicar sem que ocorram aberrações, quase impossível de encarar com respeito e seriedade. Além de querermos infantilizar eternamente nossos jovens dando-lhes privilégios como a meia-entrada até quase 30 anos, quando deveriam estar estabelecidos, com família formada, crescendo na profissão, vida em pleno funcionamento, ainda queremos nos meter nas casas, nos quartos, na vida pessoal dos adultos, vigiando-os como se fossem crianças arteiras. Bem mais graves do que uma ocasional palmada (não falo em surra, bofetada, sofrimento físico) são, de parte dos pais, a frieza, a futilidade, o desinteresse, a falta de uma autoridade amorosa, de vigilância e cuidado. A humilhação verbal, a crítica constante, a ironia. A lista é longa. Que o novo ano nos traga um pouco mais de bom-senso e de bom humor, e verdadeiro interesse por coisas que verdadeiramente precisam dele.

 

 

Lya Luft é escritora e articulista da revista Veja. Artigo publicado na edição de 4/1/2012, página 18 (http://www.veja.com.br).



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 17h58
[] [envie esta mensagem] []


 
  Polêmica

Educação

Opiniões e dúvidas

 

Abaixo, postamos dois artigos que julgamos importantes para, pelo menos, tomarmos conhecimento de que as mudanças promovidas pelo atual governo de Goiás na gestão da Educação está longe de ser unanimidade entre os profissionais da área. Os textos foram publicados no jornal O Popular [www.opopular.com.br]. O primeiro artigo, “Plano de carreira do professor”, de Iêda Leal, presidente do Sintego (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás), discorda da forma como a propalada “revolução na Educação”, de que tanto fala o secretário da Educação Thiago Peixoto, vem sendo conduzida. O outro texto, de Raph Gomes Alves, da equipe da secretaria da Educação, defende o que já foi realizado.

         O objetivo aqui é colocar as duas opiniões contraditórias em destaque, a fim de que os interessados possam perceber o que o cidadão comum, aquele que paga impostos e necessita de bons serviços públicos, tem a ver com essa história toda. Espero que esta seja uma contribuição ao debate. Afinal de contas, Educação é um negócio do interesse verdadeiramente público, de todos.

         Mas adianto que lendo os dois artigos fiquei com mais dúvidas ainda. Inteligência curta dá nisso. Afinal de contas, os salários dos professores foram aumentados ou não? Por quê o governo não discutiu com as entidades representativas dos professores e servidores da área sobre a “revolução” que pretende realizar? Ou discutiu?

Até onde consigo enxergar (e tenho visão curta), governo é governo e oposição é oposição. Daí, o governo faz e a oposição critica mesmo, grita contra, e ponto final. Agora, espera-se dos representantes do governo que sejam claros na apresentação dos motivos pelos quais optaram por este ou aquele caminho. Até porque, quem banca isso tudo é o distinto público pagador de impostos, eles merece mais consideração.

         Boa leitura a todos.



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 13h20
[] [envie esta mensagem] []


 
  Opinião

Artigo

Oportunidades para o professor

por Raph Gomes Alves

 

Sou professor da rede pública estadual há mais de quinze anos. Afirmo que 2011 foi um ano em que a Educação, em Goiás, passou por mudanças que trouxeram para as escolas públicas importantes estratégias de planejamento, gestão e avaliação reunidas em um plano de reforma consistente, destinado a elevar a qualidade do ensino e assegurar um melhor desempenho dos nossos estudantes.

         Mudanças geram desconforto e resistência. Mas são necessárias quando se trata da valorização do professor e do fortalecimento da carreira do magistério. Como no caso do projeto de lei que instituiu, em Goiás, um Piso Salarial maior do que o nacional e a Política de Avaliação do Desempenho.

         Para nós, professores, o pagamento do piso é o resgate de um compromisso deste governo com a categoria e significa investimentos da ordem de R$ 250 milhões – valor do impacto na folha a partir deste mês. O projeto traz mais benefícios: professor que entrar na rede pública terá salário de R$ 2.016,03 e não mais de R$ 1.525,18.

         A titularidade passa a fazer parte do vencimento, ou seja, o profissional passa a ter uma base bem maior para cálculos de reajustes e quinquênios. Isso também vale para as gratificações por mestrado e doutorado – os porcentuais foram alterados, e como incidirão sobre uma base maior, o professor ganhará mais.

         Além disso, haverá a correção de graves distorções na carreira. Se antes o professor trabalhava com a perspectiva de um salário final de R$ 2,6 mil e sabia que, ao chegar ao nível P-IV ficaria estagnado, a Política de Avaliação do Desempenho constrói outro cenário: com a concessão de gratificações de até 60% - incorporadas à aposentadoria -, o salário final pode ultrapassar R$ 4,7 mil.

         Como ser contra tais benefícios? Como ser contrário a tantas perspectivas e oportunidades de crescimento na carreira?

         A resistência a mudanças, por si só, não é argumento suficiente. Trata-se da velha visão maniqueísta, da velha prática de disseminar, entre os professores, informações deturpadas a fim de provocar insegurança.

         Em resumo, o mesquinho e arcaico comportamento de se opor a toda e qualquer iniciativa capitaneada por esta gestão. Não há uma ação sequer que tenha sido respaldada pelo sindicato. Não que o governo espere isso. Cabe ao Executivo definir as políticas educacionais para o nosso Estado. Mas chama a atenção a prática arraigada de “ser oposição só porque é algo que veio do governo”.

         O novo plano vem preencher uma lacuna que havia na carreira do professor. Vem dar aos bons professores a certeza de que vale a pena investir cada dia mais na capacitação e no trabalho em sala de aula.

         Isso sim é pensar em valorização.

 

Raph Gomes Alves é professor e chefe do Núcleo de Orientação Pedagógica da Secretaria de Estado da Educação. Extraído do jornal O Popular [www.opopular.com.br], de sexta-feira (6/1/2012), página 9.



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 13h17
[] [envie esta mensagem] []


 
  Opinião

Artigo

Plano de carreira do professor

por Iêda Leal

 

A reportagem Docentes na base da pirâmide, publicada pelo POPULAR, segunda-feira, mostra o que todos nós, professores, sabemos na prática: o trabalho docente é mal remunerado, pouco valorizado pelo poder público e não tem o devido reconhecimento, apesar de a cada dia ter sua importância mais e mais reconhecida pela sociedade.

Os responsáveis pela pesquisa relatada no jornal apontam que as políticas públicas de ensino devem ter como base quatro pilares: jornada de trabalho adequada, boa formação inicial (especialmente a graduação), plano de carreira e salário. Ou seja, investir na carreira do professor é fundamental para termos um ensino de qualidade. Na rede pública, isso ainda não acontece.

Na rede estadual, vimos o atual governo rasgar o plano de carreira que havia completado dez anos e era considerado um dos melhores do País. Tirou gratificações, incorporou o valor delas ao vencimento e achatou a carreira para dizer que se enquadrou à lei federal 11.738/08, a Lei do Piso.

Além disso, passou a valorizar menos o professor que investe em mestrado e doutorado. Para o governo, um título de mestrado vai valer menos que uma seleção feita pela própria Secretaria de Educação.

Outra medida que nos causa indignação é a falta de respeito com as instituições de ensino superior, principalmente as de pós-graduação, pois uma comissão da Secretaria de Educação decidirá validar ou não os cursos oferecidos por elas, desconhecendo o papel do Conselho Estadual de Educação (CEE).

É lamentável a atitude de querer desrespeitar as instituições sérias do Estado. O governo quer fazer a tarefa que cabe ao conselho. O que deveria fazer é solicitar informações sobre os cursos junto aos órgãos competentes. Isso sim, é reconhecer e respeitar.

Fosse respeitado o atual plano de carreira, o professor nível PE-III letra “a”, com gratificação por titularidade de 30%, que hoje recebe por isso R$ 1.982,59, passaria a ganhar R$ 2.748. E não os R$ 2.016 de que o governo tem se vangloriado. Muitos professores vão receber o contracheque de janeiro com um reajuste de apenas 2%.

O próprio governador admitiu que fez “ajustes” no plano de carreira para poder cumprir a Lei do Piso. Ora, não precisa ser especialista em Educação para saber que não há plano de carreira sério que possa ser “ajustado” de acordo com as vontades de uma gestão de governo. Isso enfraquece a carreira do professor na rede pública e dificulta, inclusive, que acreditemos nas promessas feitas. Afinal, quem garante que futuramente o governo não resolva mudar de novo o plano, tirando tudo que se comprometeu a realizar?

Não houve debate, diálogo nem transparência nas mudanças do plano de carreira. O projeto de lei foi aprovado sem sequer uma audiência pública. O prejuízo até agora já é grande, mas ainda há tempo para mudar o rumo e corrigir essa triste realidade.

 

Iêda Leal é presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego). Extraído do jornal O Popular [www.opopular.com.br], de quinta-feira (5/1/2012), página 7.



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 13h12
[] [envie esta mensagem] []


 
  Apoio



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 21h32
[] [envie esta mensagem] []


 
  Loteria

Confira as dezenas sorteadas na Mega da Virada

 

 

A Caixa Econômica Federal sorteou por volta das 20h30 deste sábado as dezenas da Mega da Virada, com o prêmio de R$ 177,6 milhões. Os números sorteados no concurso 1.350 foram: 03 - 04 - 29 - 36 - 45 - 55.

As apostas, que começaram no dia 28 de novembro, foram encerradas às 14h de hoje. O prêmio ficou acima do valor esperado pela Caixa - de R$ 170 milhões.

No total, foram arrecadados R$ 549,3 milhões com os 88 milhões de bilhetes vendidos. O valor do prêmio deste ano é um dos maiores da América Latina, de acordo com a Caixa.

Ainda não foi divulgado o número de ganhadores do prêmio, que não acumula. Caso não haja ganhador com as seis dezenas sorteadas, o valor será somado ao rateio dos acertadores de cinco números, na quina. Se não houver ganhadores nessa faixa, os acertadores da quadra dividirão todo o prêmio, e assim sucessivamente.

A Mega da Virada de 2010 bateu recorde e pagou um prêmio de R$ 194 milhões, dividido por quatro apostas - cada um levou pra casa mais de R$ 48,5 milhões.

Cinco ganhadores vão dividir o prêmio de R$ 177,6 milhões da Mega da Virada. Eles são dos Estados do Ceará, São Paulo, Pará, Minas Gerais e do Distrito Federal. Cada um ganha R$ 35.523.497.52 milhões. 

Extraída de  http://migre.me/7mriN



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 22h17
[] [envie esta mensagem] []


 
  Felicitações

Ano-novo

Concisa nos deseja Feliz 2012!

 

 

Aproveitando que os amigos da Concisa Contabilidade, nas pessoas do José Maria e Júlio César, nos enviaram o belíssimo cartão acima, externamos os mais sinceros votos deste Blog a você que visitou este espaço, fez comentários, enviou sugestões e matérias, piadas, casos hilários, que postamos aqui, Feliz 2012! Que o ano-novo seja pleno de realizações, conquistas, tudo isso sob as bençãos do Divino Pai Eterno!



Escrito por Sérgio Vieira Costa às 19h36
[] [envie esta mensagem] []


 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]  





blogdosergiovieira@uol.com.br
(62)9178.2535

Meu perfil
BRASIL, Centro-Oeste, TRINDADE, Homem



HISTÓRICO




Links Indicados
 Comunique-se
 Tô indo pra Trindade
 Paróquia do Divino Pai Eterno
 Trindade News



Votação
 Dê uma nota para meu blog!


Publicidade



















Todos os direitos reservados a Sérgio Vieira   
Desenvolvido por Rafael Vidalete